quarta-feira, 18 de maio de 2011

Anarquia

Primeiro quero dizer que eu nao vou escrever sobre o que disse que ia, pois fui proibido do mesmo.
E a demora foi por falta de inspiração. E hoje, teve interséries, então estou inspirado. ( não que tenha qualquer relação.. mas...)

-texto---------------------------------------------------------------
Um estranho sentimento me bate enquanto sento em minha janela, observando a população como miseras formigas. Como pode as pessoas se acharem tanto, sendo tão pequenas, fracas e que podem ir facilmente. Como alguém pode querer comandar o outro sendo que são semelhantes? Não importa a idade. Vc nao tem mais direitos que eu por ter nascido antes.
Tudo o que sempre quis é a liberdade. E buscar-la-ei, enquanto nao à tiver em mãos nao pararei. Somos todos soldados, soldados da paz e da discordia, depende da sua ação para mudar seu estado. Mas, voltando ao assunto principal, por fotos acompanhei o crescimento populacional e até o declinio do mesmo, com guerras estúpidas e sem sentido. Vi prédios nascerem, vi arvores morrerem, vi o homem caçando e se colocando no topo da cadeia alimentar, sendo que visualisando da minha janela nao passam de miseras formigas, faceis de serem esmagadas por qualquer um maior que ela. Facil de serem queimadas com uma lupa. Cada dia mais consumidos pelo concreto e sua nuvem cinza, rastejando pelo resto de verde enquanto os aliens veem-nos como esquizofrênicos e na verdade, apenas buscamos por ar, por igualdade, pela liberdade. Aliens controlados, movidos, construidos e instruídos como robôs. De metal, cabeça-dura mesmo, com apenas ligações pré-feitas sem capacidade de enchergar a verdade andam com vendas, com algemas e com uniformes que mostram: somos do sistema.
Sistema, a maquina de controle que nos engloba nos mata e nos consome. A maquina inteligente que abafa o som do nosso grito e do nosso choro. Que usa da violencia para saciar sua sede por sangue e usa da violência como um modo de censura. Sangue e suor gasto no trabalho de homens que tiveram sua vida perdida para alimentar e manter nosso conhecido sistema. Suor que escorre da testa do justo e que é visto com nojo por aquele que ganha para sentar atras da mesa e mandar no outro.
Porcos, que não se importam com os resto, justamente pois é resto.
Não há porque sermos comandados por esse sistema. Se abaixarmos a cabeça quando eles mandarem é para que no momento que nos deem as costas o esfaquearmos.
Gritemos quando nao nos ouvirem e cantaremos para ter sua atenção. Os justos e igualitários merecem um mundo melhor. Queremos apenas o mesmo que tenho para o que nao tem nada. Viveremos com o mínimo para manter o outro vivo. E se não fores assim nao merece a comida que tens. Não merece o dinheiro que tens.
Aliens nos observam com desgosto e desviam os passos. Preconceito, esse, que já fez com que os mais justos matacem, escravizacem e fossem considerados santos. Não aceito o controle de ninguém. Não aceitarás o controle de ninguém, uni-vos a mim nessa busca pela liberdade e igualdade. Não julgarás alguem pelo seu exterior pois isso só lhe fará ser um animal dito racional pior que um cachorro, pois nem cachorro julgas ao outro por ser de uma pelagem diferente. Liberta-te das correntes do sistema e do preconceito. Vivas pelo amor e seja alguem. Junte-se pelo bem dos outros, pois se fores egoísta outros serão contigo e morrerás só. O melhor da vida não se compra.
Essa é a luta por um mundo sem preconceitos e justo. Participe dela, tire um alien da frente da TV e o mostre o que se passa por trás.
Anarquia - Quebre as correntes.

Nenhum comentário:

Postar um comentário